17 de maio de 2013



Sábado, Setembro 22, 2007 

CASO MADELEINE I
Incluo-me no lote daqueles que são críticos em relação ao desempenho da PJ no caso da menina desaparecida na Praia da Luz. Não acho normal que especialistas em criminalidade tenham demorado quatro meses para perceber aquilo que todas as donas de casa portuguesas perceberam ao fim de cinco minutos, e baseando-se apenas na fisionomia de Kate McCann. MG



Sexta-feira, Julho 06, 2007 

HEIDEGGER e o 4-4-2 
Foi, ontem, apresentado o livro “Liderança – As Lições de José Mourinho” de Luís Lourenço, baseado na sua tese de mestrado. Segundo o autor, José Mourinho "é diferente por partir de um novo paradigma de pensamento, preconizado por Heidegger ou Morin, por exemplo, e o operacionalizar. Trata-se de um novo olhar para o Todo, que põe de parte a divisão e análise das partes e o pensamento cartesiano de há quatro séculos". Cada vez que leio isto (e faço-o várias vezes ao dia, na esperança de o vir a compreender), gosto de imaginar a seguinte conversa entre dois adeptos, à saída de Stanford Bridge:
 - Eh pá, o Chelsea não merecia ter empatado este jogo.
- Pois não. Mas a primeira parte foi tão má que parecia que o Mourinho não tinha lido “O Ser e o Tempo”.
- Quantas vezes é que o Heidegger avisou que o 4-4-2 só resulta se o trinco compensar a subida dos laterais?
- Exacto. Meu amigo, se é para ver a nossa equipa voltar ao pensamento cartesiano, não contes mais comigo para vir ao estádio.
- Calma. Também tens que perceber que estava nevoeiro. Se calhar, por isso é que, durante a primeira parte, o Mourinho não conseguiu ver o Todo. MG

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