4 de abril de 2013


A crónica de um dos integrantes dos , no jornal Público, intitulada «O que vale é que os compadres nunca se zangam», parece estar no epicentro das acusações que o humorista e o  da SIC, Miguel Sousa Tavares, têm trocado ultimamente na comunicação social. No seu artigo de opinião o humorista José Diogo Quintela referiu por diversas vezes notar algo que diz achar estranho: as razões que levam Miguel Sousa Tavares a nunca escrever ou falar sobre os casos judiciais que envolvem , Presidente Banco Espírito Santo.

Para o antigo jurado do  Portugal Tem Talento, o mais estranho é o escritor não falar de Ricardo Salgado que é para o humorista o «homem mais poderoso de Portugal» e que para si Sousa Tavares é «um gavião de olho acutilante para tudo o que sejam trambiquices de banqueiros».
O humorista invoca ainda as relações familiares entre  as razões que explicam a ausência de  sobre o assunto: «Ou então, como a sua filha é casada com o filho de Ricardo Salgado, Miguel Sousa Tavares vai permanecer caladinho», escreveu.
Contactado pela revista SÁBADO, Miguel Sousa Tavares não poupou o humorista que considera «um  falhado, um medíocre, que se quer promover às minhas custas,» e acrescenta: «mas não lhe vou fazer isso». Já ao jornal Correio da Manhã, o autor do livro Equador, em que se baseou a obra homónima exibida em reposição na , explicou: «Não dou protagonismo a quem vive de abanar a cauda à voz do dono nos anúncios da PT. Esse quer é promover-se às minhas custas». Em resposta aos comentários do filho de  Sophia de Mello Breyner Andresen, Quintela acredita que a questão da promoção «não faz sentido», até porque «normalmente funciona ao contrário: quem escreve sobre Miguel Sousa Tavares é despromovido. Basta lembrar Dóris Graça Dias, crítica literária do Expresso», respondeu.


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