10 de novembro de 2010


NA SEQUÊNCIA DA "GUERRA" COM MIGUEL SOUSA TAVARES

Os humoristas José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira decidiram pôr fim às respetivas crónicas semanais que assinavam no jornal “A Bola”.
A gota de água para estes dois elementos dos Gato Fedorento aconteceu no passado domingo, quando aquele jornal desportivo não publicou uma parte do texto de José Diogo Quintela, onde este respondia a críticas lançadas por Miguel Sousa Tavares.
Indignado com a posição de “A Bola”, que não o consultou, Quintela reagiu através do site “Sporting Apoio”, no qual publicou o texto omitido pelo jornal. Aí pode ler-se a resposta do humorista à ameaça feita, no dia 2, por Sousa Tavares de deixar de escrever para a publicação, pois declarava estar “farto de viver [...] com dois rafeiros atiçados às canelas, dois censores encartados”.
“MST tenta intimidar-me por causa do que escrevo. Em janeiro pediu a Pinto da Costa que me processasse. Desta vez, vitimiza-se e ameaça abandonar a sua crónica, pretendendo que o Ricardo e eu sejamos responsabilizados pela sua saída”. Estas foram algumas das acusações que Quintela fazia em “A Minha Fé” e que acabaram por ser cortadas.

Convite

Outra das questões que levou à “guerra” de cronistas foi a não-presença de Miguel Sousa Tavares no programa “Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios” (SIC). “MST gaba-se de ter sido, juntamente com Cavaco Silva, o ‘único de todos os convidados a recusar o convite’. Lamento, mas é falso. Miguel Sousa Tavares, não tendo sido o único a recusar, foi, sim, o único a pedir 24 horas para pensar. Todos os outros decidiram mais depressa”, declarou Ricardo Araújo Pereira, na crónica “A Chama Imensa”, a última que viria a escrever para “A Bola”, já que se solidarizou com o companheiro.

0 comentários:

Com tecnologia do Blogger.

Follow Me