24 de agosto de 2009




Ricardo Araújo Pereira é entrevistado pelos visitantes da 2ª Expo Amadora




O espaço “Entrevista com…” ia ser utilizado uma última vez e o convidado que o faria seria o Ricardo Araújo Pereira.


À hora anunciada na agenda, já uma série de pessoas aguardavam neste espaço a chegada de Ricardo Araújo Pereira. Uns relembravam as perguntas que pretendiam fazer, outros verificavam se os telemóveis tinham bateria suficiente para tirar mais do que uma única fotografia, outros ainda traziam de baixo do braço a obra Boca do Inferno para que fosse autografada pelo autor.


Inevitavelmente, as primeiras perguntas colocadas a Ricardo Araújo Pereira relacionaram-se sobretudo com sketches do programa humorístico Gato Fedorento. Como surgiram as ideias? Quanto tempo foi necessário treinar para realizar determinado sketch? E daí a pedir que Ricardo Araújo Pereira reproduzisse um pouco de alguns deles foi um instante.





O entrevistado procurou explicar a sua profissão aos mais pequenos da plateia: o que é ser guionista e que trabalho é que é desempenhado, usando para isso exemplos concretos que demonstraram que o acto de escrever não resulta somente de uma mera inspiração - “Aquilo que vocês vêem na televisão, e que para alguns pode até ter alguma piada e para outros não, é resultado de um processo de trabalho e de estudo.”


Há pergunta “Tem medo de deixar de ter piada?”, Ricardo Araújo Pereira responde: “Ninguém pergunta a um cantor se tem medo de deixar de saber cantar. Também seria estranho perguntar a um pintor se tem medo de deixar de saber pintar. Não tenho medo de deixar de ter piada, porque o humor que faço resulta do meu trabalho.”


Conhecido também por gostar de futebol e ser um fervoroso adepto do Sport Lisboa e Benfica, o Grupo Edifer entregou algumas bolas de futebol para que Ricardo Araújo Pereira autografasse e distribuísse pelos presentes.



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