2 de junho de 2009

Ricardo Araújo Pereira é uma das figuras mais mediáticas do nosso país. Controverso e mordaz, as personagens encarnadas por este elemento dos Gato Fedorento são inspiradas em situações da actualidade política, desportiva ou social.
Ontem, Ricardo Araújo Pereira esteve “à conversa” no Pavilhão dos Autores, para aquela que foi a última sessão pública do programa da Feira do Livro do Funchal.
Por ser uma das figuras mais mediáticas do nosso país, esta sessão foi uma das mais procuradas pelo público madeirense. O pavilhão ficou praticamente cheio e foram muitos os que assistiram de pé a intervenção do humorista.
Entrevistado por Faria Paulino, responsável pela organização da Feira do Livro, Ricardo Araújo Pereira falou do seu percurso profissional, do modo como protege a sua família do mediatismo a que está exposto, recordou ainda alguns episódios da sua infância e opinou sobre o que é ou não o humor. Isto tudo sempre com piadas pelo meio que provocou por diversas vezes gargalhadas na plateia. Aliás, até com o rosto mais fechado e a falar de assuntos mais sérios tais como as ameaças pessoais a que foi sujeito e que o levou a mudar de casa, o humorista conseguia fazer rir o público.
Questionado no final pelo público do que era preciso para se ser um escritor, Ricardo Araújo Pereira disse que, como não existe nenhuma escola para ensinar a escrever, como acontece com a dança, a música ou o teatro, a leitura é a melhor solução. «Ler muito é importante para o processo da escrita», concluiu o humorista

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